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Coca-cola like machine com RFid

Este é o tipo de acções que fazem todo o sentido nos nossos festivais de verão.
Fazem uma junção entre a comunicação “offline” com o “online” e em tempo real. Quem os fizer primeiro, terá certamente resultados surpreendentes. Os “likes” que se fizerem e os conteúdos gerados, serão partilhados em tempo real com cada um dos amigos dos participantes.
Haja criatividade para os enquadrar e coragem por parte das marcas. A produção e a concretização deixem connosco.


A Revolução do Social Media

RFID usado em eventos para interagir com o Facebook

Um dos briefings que por vezes nos colocam é “Como dinamizar o Facebook com acções tradicionais?”.

Há diversas soluções possíveis, no entanto para se fazer o tão desejado “Like” é imprescindível o login no Facebook.
Neste caso que apresento, a solução é via RFID. Neste caso o login no Facebook foi dado aquando a chegada ao evento, o que pode causar alguns constrangimentos de tempo de espera e filas.
Penso que poderia ser feito um procedimento muito mais simples e eficaz, preparado para eventos de grandes dimensões. Para isso bastaria que os utilizadores se registassem online e fornecessem o seu acesso via Web.

O RFID tem inúmeras potencialidades e quando usadas com criatividade num evento, pode causar um enorme efeito surpresa.

Outro artigos sobre o uso do RFID no marketing

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SAS motiva os utilizadores a alterarem a sua foto de Facebook

Uma acção simples, sem qualquer tipo de desenvolvimento e com enorme impacto no Facebook. É assim que eu defino esta campanha desenvolvida pela Crispin Porter Europe para a SAS Airlines.
Esta ideia, embora tenha sido censurada por alguns e até ilegal de acordo com os termos & condições do Facebook, o que é certo é que teve um enorme sucesso e potenciou o efeito viral com a alteração das fotos de perfil.

Na minha opinião, os utilizadores são livres de aderirem\alterarem o seu perfil, como tal cabe às marcas saber motivar os utilizadores a comunicar as suas campanhas.

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Uma acção simplesmente fantástica

Até há bem pouco tempo a realidade aumentada não passava de uma tecnologia sem utilidade, que apenas se usava porque era giro experimentar.
Hoje assistimos ao uso da criatividade com a realidade aumentada e deparamo-nos com acções fantásticas como esta da Skoda.

Muito bom! Queremos mais criatividade a usar a tecnologia.

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Como uma marca de ténis ganha mercado através da tecnologia?

Este é sem dúvida um senão o maior exemplo, de que a criatividade aliada à tecnologia pode gerar vendas, criar experiências com os consumidores, posicionamento, aumentar o contacto com a marca, entre muitas outras mais valias.

A Nike é sem dúvida um exemplo a seguir e, penso que é possível criar este tipo de aplicações para uma grande parte dos produtos, é preciso ter ideias e inovar.
penso que o director criativo dos novos tempos, é uma pessoa que para além de perceber de comunicação, tem também de saber como pode aplicar as suas ideias com a tecnologia.

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Uma nova geração de publicidade digital

Sem duvida que este tipo de publicidade digital veio para ficar e ainda bem. Finalmente vejo algo de novo a surgir e não é no Facebook.

Não preciso de descrever a nova funcionalidade dos vídeos e banners do Youtube, apenas vos convido a:
1- verem este filme no Youtube

2- o vídeo é clickável e permite escolher uma opção

3- vejam a interactividade do vídeo com o portal

Boa Youtube, queremos mais invenções!

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Quem vai vencer, a Web ou o Facebook?

É uma questão que ninguém colocaria até há um ano atrás, mas de facto começa a fazer sentido.

As marcas deixaram de investir nos seus sites online e na publicidade online em geral, passaram a fazer as suas campanhas no facebook (isto não quer dizer que o investimento no geral tenha diminuído, porque há mais marcas a investir, logo aumentou o investimento no seu todo. Mas podia ter crescido bastante mais se não houvesse Facebook.) Aliás, a meu ver a própria comunicação digital teria evoluído mais se não fosse o Facebook.

Os utilizadores passam mais tempo no Facebook do que na web. Passaram também a falar mais no chat do Facebook do que no msn.
Os emails pessoais estão a ser substituindo pelas mensagens no Facebook e os posts nos morais.

As agência de relações publicas online, concentram-se unicamente a gerir os canais das marcas no Facebook, o que a meu ver é pouco criativo e limitativo, sem trazer valor para as marcas.

A própria Microsoft que tentou criar a sua web e que tem feito “erros” constantes com o Live, já se rendeu ao Facebook e já está a criar ligações entre o Outlook e o Live mensseger, com o Facebook.

A Google, para mim, é uma empresa “vazia” de estratégia e de sustentabilidade, pois corre e concorre atrás de tudo, mas tem tido demasiados fracassos. Vejamos os casos do Buzz, do Wave, Telemóvel, e tudo o resto excepto 2 coisas que lhes dão dinheiro (Adwors e Android). Agora dizem que querem abrir um concorrente ao Facebook, mas…

Nas páginas das marcas estão-se a construir autênticos sites, como por ex:
http://www.facebook.com/nikefootball?ref=ts&v;=app_10467688569#!/nikefootball?v=app_124914844188927&ref;=ts
http://apps.facebook.com/adidas_originals/
De tal forma que até o icon no endereço é o da marca do canal.

Será que o gigante Facebook está-se a tonar uma segunda web dentro da web?
A meu ver, se o Facebook vencer esta guerra livre, será bastante prejudicial para toda a comunicação digital. No entanto abre-se outro “mar” de oportunidades que vive dentro do Facebook, nomeadamente das aplicações que é permitido criar.

Gostava de ter vossa opinião e visão.

Ricardo.
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