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Finalmente o Facebook pode ter concorrência

Após tanto tempo de ausencia do Google+, o qual achei um enorme falhanço da Google, pois cometeu erros no lançamento que não deveriam ter sido cometidos. Volto a esta plataforma e fico agradavelmente surpreendido com a integração com todos os sistemas da Google – Ou seja, está como devia ter sido lançado.

Penso que finalmente o Facebook começa a ter uma concorrência.

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Oportunidade de Emprego: Director de Contas Digitais – LONDRES

Produtora Web e Digital para Publicidade, com sede em Portugal, pretende iniciar a sua internacionalização através do mercado Inglês.

Temos como missão apoiar agências criativas e de comunicação a produzir as suas ideias em projectos na área digital, com qualidade e rigor no cumprimento de prazos e como referência pela qualidade e inovação dos nossos serviços no mercado Europeu.

 

Função:

Gerir a unidade de negócios da produtora em Londres, quer a nível de clientes, quer ao nível de equipa local de gestão de contas e projectos.

Reportando à Direcção, terá como responsabilidades o desempenho de funções:

- Desenvolvimento de new business junto de agências de publicidade em Londres;

- Manutenção de relação com o Cliente

- Elaboração de Briefings para passagem à equipa de produção em Portugal

- Gestão dos projectos na vertente do cliente


Perfil

- Licenciatura em Marketing, Gestão, Publicidade ou Comunicação;

- Experiência Comercial mínima de 3/4 anos em New Media e com experiência em Agências de Marketing, Comunicação e Publicidade;

- Experiência na liderança de equipas de gestão de clientes e projectos, na área digital

- Forte orientação para a Gestão de Clientes e respectivas Contas;

- Bons conhecimentos e experiência em Gestão de Projecto;

- Apetência pelo trabalho em Equipa e forte capacidade organizativa;

- Bons conhecimentos de Internet e áreas digitais;

- Excelentes conhecimentos da língua Inglesa

- Perfil activo, autónomo, pró-activo e dinâmico é um factor decisivo e fundamental para o sucesso desta função

- Disponibilidade para viver ou que já resida em Londres

Oferecemos

- Integração numa empresa com um posicionamento único e inovador na sua área de actuação e de forte espírito relacional;

- Integração numa equipa jovem, dinâmica e profissional;

- Forte possibilidade de crescimento de carreira profissional

- Pacote salarial bastante estimulante, tendo em conta a função e o desafio proposto

- Deslocações regulares a Portugal

Envie o seu CV actualizado e Carta de Apresentação para geral@digitalworks.pt, indicando a referência Dir. Digital Account – UK

 

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Entrevista à Meios & Publicidade – Especial Mobile

  1. Que ponto de situação faz, de um modo geral, do mercado de mobile marketing em Portugal?

Portugal tem um problema de dimensão e se esse facto é por norma um problema geral, no Mobile esse problema aumenta.

Os jornais são obrigados a acompanhar esta tendência, por motivos de sobrevivência, contudo para as marcas torna-se difícil.

-       Porque os espaços publicitários existentes e o numero de views são de tal forma poucos, que não têm expressão

-       Por outro lado, para as marcas há um duplo problema:

  • A dimensão do Mercado
  • E a diversificação de tecnologias, que obriga uma marca a escolher onde quer estar presente ou então fazer um investimento considerável para estar presente nas 3 principais plataforma.

Sobre a parte da tecnologia:

Blackberry – grande parte do nosso Mercado empresarial, usa Blackberry, no entanto é uma marca que vem a perder expressão a nível mundial e como tal prevê-se que em breve desapareça – logo não faz sentido investir nesta tecnologia.

Android – Um grande parte dos smartphones de valor baixo e médio, tem esta plataforma instalada, contudo é um publico com menos capacidade de compra, bem como com menos taxa de adesão à internet móvel.

iOS – esta plataforma é sem dúvida a mais “apetecível” pelas marcas e também aquela que tem maior poder de compra e que estima-se que a taxa de adesão à internet móvel seja muito perto dos 100% – Contudo é aquela que tem menos expressão ao nível de nº de utilizadores em Portugal.

Esta diversidade de tecnologias, atrasa em muito o crescimento do Mercado Mobile, pelas opções que se tem de tomar ou pelo investimento que é necessário para estar em todas as plataformas.

  1. Há cada vez mais portugueses com smartphones. Como é que esta mudança de paradigma está a influenciar a forma de comunicação mobile entre as marcas e os consumidores?

Influência especialmente no modo como os utilizadores comunicam entre si, no entanto as marcas podem aproveitar muito mais esta disponibilidade online constante e desenvolver aplicações que permitam usufruir desta disponibilidade e interagir com as marcas.

Há coisas fantásticas que se podem desenvolver usando a realidade aumentada, a georeferenciação, os mapas, os chats,… haja boas ideias!

O mais importante é ter boas ideias, que se enquadrem com o ADN das marcas e perceber os limites e o alcance das tecnologias a usar. Depois produzir essas ideias é a parte mais fácil, é nessa área que se situa a nossa empresa Digitalworks, que tem como objectivo ajudar as agência a produzir todas as ideias ao nível técnico.

  1. Qual está a ser o impacto destas novas aplicações mobile na forma como se faz marketing e na forma como se comunica com os consumidores?

Acredito que as marcas devem investir em aplicações com utilidade, não apenas cometer o erro de passar os típicos catálogos e outros materiais do Offline para o Online.

Cada meio deve ser visto como tal e ter uma estratégia própria, mas é fundamental compreender o meio e não ir para a solução mais fácil.

Os consumidores são utilizadores que querem aplicações úteis que os ajudem em tarefas especificas, que permitam usar várias vezes a aplicação.

As marcas podem comunicar de um forma diferente e estar em contacto mais vezes com o consumidor, sem ser pela via de compra de espaço.

  1. Consegue exemplificar com um ou dois case studies que demonstrem a inovação e os resultados de projectos que assentam no mobile marketing?

Um dos melhores casos que conheço é o da Nike+ GPS

É uma aplicação “simples” com bastante utilidade para os consumidores da Nike ou outras marcas concorrentes.

É uma outra forma de fazer publicidade, não pela compra de espaço, mas sim através de uma aplicação com utilidade. Deste modo, os utilizadores estão em contacto com a Marca enquanto praticam corrida ou caminhadas.

Outra via de interagir com o Target incentivando o consumo é mais o caso da Pringles crunch band rockutorial

Esta aplicação com instrumentos musicais está disponível para download free, com uma versão de funcionalidades limitada. Para ter acesso a mais número de funcionalidades e instrumentos, o utilizador tem de fazer o scan com a câmara, de códigos de barras.

Este tipo de aplicações, pode ter bastante utilidade.

Imagine por ex. Uma marca de cerveja, que permite a visualização de x minutos um jogo importante de futebol, por cada código de barras.

Ou uma marca que disponibiliza um jogo para crianças, que permite jogar x minutos por cada código de barras que os pais fizerem o scan com o telemóvel.

Outro exemplo é o da realidade aumentada com a georeferenciação, em que utilizador pode ter um anuncio personalizado ou uma promoção, sempre que apontar o telemóvel para um edifício emblemático da sua cidade.

  1. Quais são as tendências que estão a surgir no sector e quais as perspectivas de evolução?

Quando ultrapassada a parte tecnológica, em que desenvolvida uma aplicação numa tecnologia, seja permitido correr essa aplicação em todas as plataformas, estou certo que haverá “uma Explosão” do mobile.

Sou dos que acredita, que em breve o nosso pc passa a andar no nosso bolso, sendo apenas necessário ter ecrã e teclado no escritório, bem como este irá integrar com a Televisão. Chegando a este ponto, deixa de haver marketing mobile e tudo se irá resumir a marketing digital.

  1. Como é a receptividade dos consumidores ao marketing veiculado através deste tipo de plataformas?

Como referi em cima, depende da utilidade que a aplicação tem para o consumidor. Caso contrário, o utilizador não usa e apaga, pois pode estar a ocupar espaço em memória.

Por outro lado, não acredito por agora, no potencial da publicidade display, pela dimensão do ecrã o qual se tiver banners e outros, vai criar “poluição no ecrã”, bem como o tipo de navegação não permite o utilizador saltar de janela-em-janela com a mesma facilidade que o faz no pc.

Pelo que as marcas e as agências devem olhar para o mobile de outra forma, como disse em cima.

  1. O iPad foi recebido como uma espécie de Santo Graal do mobile marketing. Quase um ano volvido sobre o seu lançamento no mercado português, o iPad está a cumprir a promessa?

O iPad é um misto de moda e utilidade.

No entanto o iPad, a meu ver, tem um problema, pois nem é um pc e nem é um telemóvel, pelo que quando ando com os 3, há um aparelho a mais e normalmente é o iPad.

Por outro lado, há muito poucos iPads em Portugal e não tem qualquer expressão, pelo que a meu ver não está por enquanto a cumprir a promessa.

Mas acredito que o iPad e o uso destes 3 dispositivos é apenas uma passagem, até um dispositivo integrador e único.

  1. Consegue apontar casos em que se esteja efetivamente a tirar partido das potencialidades de marketing dos tablets?

Acho que ainda não se vê bons casos, apenas as publicações de revistas e jornais, que possibilitam às marcas comunicar de forma mais interativa, embora julgue que estão a investir e a arriscar pouco, não estão de forma alguma a tirar o melhor que este formato lhes pode dar. Estão apenas a usar o materiais existentes e declina-los de forma básica para os tablets colocando o vídeo da tv e pouco mais.

A Nike, como sempre, tem feito coisas interessantes, como por ex. O configurador de ténis, com a possibilidade de compra. Bem como há outros exemplos internacionais interessantes com o uso de realidade aumentada.

Pode ler a entrevista completa fazendo download: Meios e Publicidade – Especial Mobile

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Mobile Marketing: Tendências previsões para 2012

Deixo-vos aqui mais um excelente relatório de tendência para 2012 da comScore.

Neste relatório podem verificar uma análise do panorama do mobile nos principals mercados, nomeadamente: Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Japão e Canadá.
Temas como o crescimento dos smartphones, mobile marketing, a utilização das redes sociais, pesquisa e as principais tendências do uso mobile na internet.

comScore 2012 Mobile Future in Focus

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Porque não mudar agora?

Todos os anos podem ser bons anos, no entanto, tantas pessoas que não os aproveitaram. Porquê?

Porque é sempre mais fácil encontrar uma razão para ficar quieto, para perder uma oportunidade ou para recusar algo.

É mais fácil dizer que a culpa é da crise, dos governantes ou até da pouca sorte e falta de oportunidades.

A questão é que ainda vivemos num mundo repleto de oportunidades, são mais difíceis de encontrar, é um facto.

Na verdade, temos mais do que oportunidade – Temos uma obrigação. Uma obrigação para gastar o nosso tempo à procura de conhecimento, ideias e pessoas que interessam, partilha-las e criar algo com elas. A forçarmo-nos, a nós e às pessoas à nossa volta, a demonstrar gratidão, visão e inspiração. A correr riscos e a tornar o mundo melhor, mas acima de tudo cuidar das nossas vidas.

Será que estes tempos são loucos? Claro que sim, temos uma crise com uma dimensão sem precedentes. E então? Só nos resta dois caminhos:

- Ir na corrente da crise

- Ou definir um caminho de mudança com atitude, onde todos os dias damos o nosso melhor para chegar ao nosso objectivo

Portanto, deixemos de ruminar sobre o quão loucos estes tempos são e comecemos a pensar sobre o que os tempos loucos exigem. Nunca houve uma época tão má para a formula da “vida do costume”. A vida do costume vai falhar de certeza, desiludir de certeza, irão certamente enevoar os nossos sonhos e torna-los cada vez mais impossíveis. É por isso que nunca houve melhor altura para começar tudo de novo, reaprender tudo de novo. Os empregos são uma obrigação e poucos trabalham por motivação, os amigos e relacionamentos começam através de catálogo de pessoas online, os nossos amigos ou já se divorciaram ou estão quase… Está tudo louco, não é? Sem dúvida que sim, mas há sempre o grupo dos 10%, porque não pertencer a esse grupo?

A oferta de tudo é tanta que anda tudo à procura de algo verdadeiramente entusiasmante, algo que desperte a nossa paixão, algo que nos faça vibrar de novo. Mas poucos encontram, passam uma vida inteira com falta de algo que lhes traga esse vibrar, o que é certo é que vão sempre pelos caminhos mais fáceis, porque os que causam esse vibrar dão muito trabalho e demoram mais tempo.

Podemos fazer uma escolha, refazer essa escolha todos os dias. Nunca é tarde para escolher o optimismo, para passar da teoria á acção, para escolher o melhor. Demora apenas um momento, só um segundo, a decidir, mas o mais importante de tudo é sentir uma força inconsciente que vem do mais profundo de nós e que nos dá força para superar as inúmeras barreiras que iremos encontrar.

No entanto temos o poder de mudar tudo o que irá acontecer no futuro. E podemos fazê-lo, colocando a nós próprios e aos que nos rodeiam uma pergunta fundamental: Porque não mudar agora?

 

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Facebook lança alternativa a RSS com maior utilidade

De facto as RSS é algo muito útil e que gera tráfego aos sites, mas é daquelas funcionalidades que nunca ninguém vê. Quanto a mim, esse “fracasso” das rss deve-se ao facto de necessitarmos de um programa adicional ou de ir a um local especifico para ver as RSS como por ex o Google Reader entre muitos outros.

O Facebook quanto a mim veio resolver e trazer um enorme valor para as RSS ao lançar o botão de subscribe. Este botão é tipo o botão like, mas agora o utilizador ao subscrever o site passa a receber no seu mural as feeds daquele site, tal como acontece com os posts dos seus amigos ou actualizações da fan page que é aderente.

Podem ver exemplos aqui:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.286747354700024.64892.127345500640211&type=3


Chegou o Google+ para empresas

Há muito que havia rumores de qual seria a solução que a Google iria lançar para combater as “marrecas” fan pages do Facebook. Eis hoje lançada a nova funcionalidade:

https://plus.google.com/pages/create

e podem já ver o exemplo da Pepsi em:
https://plus.google.com/u/0/111883881632877146615/posts?hl=pt-PT 

No entanto não posso deixar de salientar a minha desilusão para com esta funcionalidade, pois não entendo como uma empresa inovadora como a Google, se limita simplesmente em fazer uma replica de uma funcionalidade do Facebook a qual ainda para mais acho “marreca”, limitadora e sem qualquer fundamento.

É com isto que a Google pretende beliscar o Facebook?!?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mais de 9.000.000 já viram este site

Uma ideia simples, mas bem produzida faz viral e atrai milhões de utilizadores do Facebook a ver este filme com interacção com a informação retirada do perfil de Facebook: http://www.takethislollipop.com/

Também um exemplo do que apenas um click fornece do Facebook para uma aplicação e para developers externos ao Facebook

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Erros de lançamentos da google sem plus

Quando uma empresa é cotada em bolsa (google), tem uma pressão diferente das empresas não cotadas (Facebook).

As cotadas lançam versões ainda prematuras e longe de estarem “aceitáveis” de serem lançadas ao público, mas são lançadas na mesma porque não se pode perder cotação em bolsa.

As não cotadas, lançam versões testadas e devidamente pensadas para agradar os utilizadores. Este tem sido o grande trunfo do Facebook, onde há muito se fala do IPO da empresa mas que nem há previsão e, creio que se deve ao facto de não quererem depende da dita “pressão”.

A google tem feito inúmeros erros de lançamentos, basta pensar no wave e agora no plus, entre muitos outros, mas vamo-nos centrar no plus.

Eu acredito no plus e consigo ver o seu potencial depois de devidamente integrado com blog, picasa, plaques, gmail, docs,… será um mundo social com domínio total de uma só marca, a google.

No entanto, critico a google por lançar o plus à pressa, devido aos rumores da integração do facebook com skype, como tal lançou uma versão do plus, cheia de problemas:

- As ferramentas entre google não estão minimamente integradas, fazendo o utilizador saltar de janela em janela, bem como em alguns casos temos que nos logar várias vezes

- Não tinham capacidade para a procura que tiveram, havendo utilizadores à espera do email com o convite 1 a 2 semanas, ou seja, perderam o entusiasmo inicial

- “Esqueceram-se” das marcas nesta plataforma

- Entre muitos outros aspectos fundamentais para uma boa primeira experiência

 

Quanto a mim a google pode perder uma vez mais uma excelente oportunidade de competir com o Facebook, mas que se deve a erros básicos que uma empresa como a google não devida cometer.

É fundamental haver uma primeira boa experiência com lançamento de versões fortes e diferenciadoras, este mercado social é altamente competitivo e não se espera que o users consigam estar em todas, bem como o user está sempre a um “click” de sair e não voltar mais. Esta boa experiência não acontece no plus, não aconteceu no wave e o plus está a ficar uma plataforma onde nada acontece.

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U2.com Tag Yourself

Eu sou suspeito falar de U2, porque sou fã da banda.

U2.com tag yourself - Digitalworks

De qualquer das formas, esta é uma funcionalidade excelente para criar ligações após os eventos. Trata-se de uma fotografia de alta definição, que permite aos participantes dos eventos localizarem-se na foto após o evento e fazerem o tag à sua imagem naquela foto. É uma funcionalidade comum à grande parte dos utilizadores de internet, uma vez que é muito usada no facebook. Com esta funcionalidade no site, permite às marcas interligarem os utilizadores do site com o Facebook.

Ver em http://www.u2.com/gigapixelfancam/110213?AID=1613

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