Mobile: Qual a solução mais indicada?

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A forma como se acede à internet está a mudar, com os telemóveis a ganharem um protagonismo crescente enquanto meio preferido de ligação dos consumidores ao mundo online. Somos, com frequência, questionados sobre as formas mais apropriadas de responder a este desafio. É que as tecnologias, dispositivos e objectivos são diversificados e, por vezes, complexos. Por isso, vamos aproveitar este artigo para apresentar um guia para a estratégia digital mobile.

 

Site mobile ou site responsive:

Quando se projecta um site para ser acedido num smartphone, podemos seguir dois caminhos: optar por um site mobile ou por um site responsive.

  1. Um site mobile é uma versão simplificada do site normal. Esta opção implica menos custos.
  2. Já o site responsive apresenta-se como a grande tendência na criação de novos sites. É desenvolvido de raiz para que seja bem visualizado em qualquer dispositivo (computador, tablet ou smartphone).

App nativa ou web app:

Se se avança para as aplicações, existem duas opções: criar uma web app ou uma app nativa. A web app consiste numa versão web em HTLM5 desenvolvida exclusivamente para mobile. É compatível com todos os dispositivos mas necessita de um browser para ser visualizada. A app nativa, por sua vez, é descarregada numa app store, o que implica desenvolver uma aplicação para cada sistema operativo. Possibilita funcionalidades mais avançadas, que necessitam de um nível mais profundo de programação.

Quando as apps fazem parte da nossa estratégia mobile, temos de definir objectivos, funcionalidades, target e budget disponível. Precisamos de funcionalidades nativas, como a câmara fotográfica? Pretende-se estar em todos os telemóveis e sistemas operativos? O interface deve estar totalmente adaptado à marca? A performance da app é importante? É uma mais-valia estar presente numa app store?

As questões não ficam por aqui. Por isso, sistematizamos as diferenças entre as apps nativas e as web apps, para que possamos fazer adequadamente as nossas escolhas:

App Nativa Web App
Compatibilidade Implica desenvolver uma app para cada sistema operativo Compatível com todos os sistemas e telemóveis
Registo Precisa de ser registada e validada nas app stores de cada plataforma. A validação demora entre 3 a 20 dias e custa em média 200 euros Não precisa de ser validada. Fica logo online
Complexidade Permite desenvolvimentos mais avançados e o uso de funcionalidades nativas dos sistemas operativos de cada telemóvel, como a câmara fotográfica ou outras capacidades de hardware Mais simples. Permite visualizar ou inserir informação, usar sistemas de geo-referenciação ou aceder a ficheiros de media
Acesso É visível nas app stores. O ícone da app fica no desktop do telemóvel. Há maior probabilidade em ser usada Tem um endereço web (ex.: m.nome_da_marca.com). O endereço pode ser guardado nos favoritos do browser
Instalação Precisa de ser instalada. Pelo seu tamanho, costuma ser descarregada através de uma rede wi-fi Não precisa de ser instalada. Basta ter internet
Navegação Abre em full screen e todo o ambiente é customizado Abre no browser, segundo as regras de design, de navegação e funcionalidades de cada browser
Pagamentos Permite cobrar pela app ou pelos conteúdos de uma forma simples, através da app store Pagamentos apenas possíveis através de cartão Visa ou PayPal
Ligação à net Funciona offline desde que não seja necessário carregar conteúdos online Não funciona offline
Actualizar app Sempre que há alterações é preciso submetê-las à app store. Os utilizadores têm de voltar a instalar a aplicação As alterações ficam logo disponíveis para os utilizadores. Basta abrir a web app
Velocidade O funcionamento é mais rápido Depende da velocidade da internet
Custos Os custos de desenvolvimento e manutenção são superiores. Os custos devem ser  multiplicados pelo número de versões desenvolvidas Tem menos custos, pois requer apenas uma versão. Menores conhecimentos de desenvolvimento

Há ainda o caso de marcas, como o Facebook, que optam por ter uma app nativa e uma web app. O LinkedIn, que percebeu que o futuro estava no mobile, tem uma app nativa mais completa e com melhor navegação que a versão web. Em contrapartida, o Financial Times não tem app nativa pelo que fez um grande investimento numa web app de bastante qualidade. Existem, por isso, várias opções.

A DigitalWorks desenvolve os vários tipos de apps, independentemente da sua complexidade, graças à experiência da equipa que compõe a nossa produtora digital. Estamos, por isso, disponíveis para aconselha-lo a escolher a solução que melhor se adapta aos objectivos das suas marcas e do seu target. É que temos a certeza de que o futuro vai ser mobile.

Links úteis:

http://www.digitalwks.com/blogs/blog/2012/12/17/redes-sociais-acesso-cada-vez-mais-mobile/

http://www.digitalwks.com/blogs/blog/2012/12/17/responsive-web-design-a-solucao-para-a-visualizacao-correcta-em-todosos-dispositivos/

Autor:
Ricardo Teixeira | CEO 

rteixeira@digitalworks.com

 

 


Fontes: As diferenças entre as webfonts e as desktop fonts

Pode parecer uma questão de pormenor, mas as fontes de desktop não podem ser usadas nos projectos web. Neste artigo vamos explicar as implicações e procedimentos para que possamos ter, sem problemas, os tipos de letra mais apropriados nos nossos trabalhos.

Por fontes de desktop (desktop fonts) entendemos aquelas que estão associadas ou licenciadas para programas de design ou de processamento de texto. Localizam-se na pasta Fonts do nosso computador. Já as webfonts têm de estar especificamente licenciadas para o meio online. Por isso, mesmo que tenhamos fontes de desktop, não as podemos aplicar em projectos web. É verdade que existem ferramentas que permitem converter uma fonte desktop em  web. No entanto, não é uma opção a seguir pelos problemas de direitos de autor que podem entretanto surgir.

Que implicações tem isto no nosso trabalho? Nas propostas de projectos web só se pode utilizar fontes proprietárias, isto é, com licença para utilização web. Depois, os programadores precisam de ter acesso às webfonts em quatro formatos (TrueType file, WOFF file, EOT file e SVG file), de forma a que sejam compatíveis com os vários tipos de browsers que vão suportar os nossos projectos (Internet Explorer, Firefox, Safari, Chrome, Opera, iOs…).

Há ainda o caso de marcas que são proprietárias das fontes que constituem o seu logotipo. É curioso ver que, muitas vezes, estas marcas optam, no meio digital, por colocar as fontes apenas em imagens e não em textos normais. Isto acontece para que a fonte da marca não fique disponível para outros usos, uma vez que, através do browser, consegue-se aceder ao código que permite fazer o download dessa mesma fonte. Pode ver este exemplo da Esteé Lauder, que é a proprietária da fonte Palatino Linotype que compõe no seu logotipo, mas que no texto do seu site opta por fontes de sistema (Lucida Grande e Arial). Nesta, como em outras áreas do nosso trabalho, a precaução é boa conselheira.

Links úteis:

http://www.fontsquirrel.com/blog/2010/12/how-to-use-the-generator

http://www.esteelauder.pt/?q=/website_admin/renutrivrecreation&menu=326&clid=329

 

Autora: Ana Prata | Project Manager 
aprata@digitalworks.pt


Método: Como funciona a fase de desenvolvimento/testes

Na DigitalWorks pretendemos e encorajamos a participação activa dos nossos clientes nas várias fases de criação de um projecto. Aliás, costumamos fazer um paralelo entre o desenvolvimento de um trabalho na produtora e o de um ser humano – ambos precisam do acompanhamento parental até serem adultos e autónomos. Este esquema ilustra o processo de produção até à entrega final:

 

Um projecto, tal como a vida humana, começa com a génese (análise). Nesta etapa, como tive oportunidade de explicar no último artigo, existem vários objectivos que devem ser esclarecidos já que influenciam as escolhas tecnológicas. De seguida, tal como o ser humano, o projecto cresce e ganha corpo até chegar à fase conturbada da adolescência. No nosso caso, corresponde à etapa de desenvolvimento e aos testes. É aqui que pedimos a colaboração dos clientes.

Os nossos métodos de desenvolvimento, além de ágeis, permitem que os nossos parceiros façam parte  deste processo. A equipa da DigitalWorks cria ambientes de teste em que disponibiliza versões melhoradas do trabalho. A etapa de desenvolvimento e testes possibilita que o projecto avance de uma forma mais segura, ao mesmo tempo que garante que no final estaremos perante um software mais estável. Ao mesmo tempo, o acompanhamento constante dá a oportunidade para reavaliar características que durante a análise pareciam as mais apropriadas mas que, após estarem em funcionamento, se constata que não se adaptam à realidade do projecto.

Nas várias etapas do nosso processo de trabalho envolvemos os clientes. O diálogo entre os profissionais da DigitalWorks e os seus parceiros permite encontrar uma resposta mais adequada e pronta aos desafios que pretendemos ultrapassar. Acreditamos que este é o método mais indicado para chegar aos melhores resultados.

 

Autor:
 Wilson Edgar | CTO wedgar@digitalwks.com


Pinterest: Uma moda passageira ou que veio para ficar?

O ícone da rede social Pinterest começa a surgir com maior regularidade quando navegamos na web. Não estamos perante uma moda passageira. O Pinterest, pelas oportunidades que cria para a divulgação de conteúdos e para o comércio electrónico, constitui uma ferramenta à qual devemos estar atentos. Esta rede social de partilha de imagens é já a terceira mais usada nos Estados Unidos, tendo à sua frente apenas o Facebook e o Twitter. Há vários aspectos inovadores no Pinterest que merecem ser destacados:

 

1) Como funciona

2) O Pinterest recupera a ideia de afixar fotografias nos quadros de cortiça. Daí que o nome resulte da junção de “pin” (alfinete) e “interest” (interesse). O utilizador organiza as imagens por álbuns e áreas de interesse. É possível seguir utilizadores, fazer “gosto” e comentar em fotos.

3) Difusão de conteúdos

4) A função reafixar (“repin”) é um dos aspectos mais brilhantes, já que permite uma rápida difusão de conteúdos. O utilizador, com a função reafixar, integra no board uma imagem do seu interesse que foi postada por outra pessoa ou marca. Certas imagens podem ter um buzz exponenciado já que, a partir do Pinterest, é possível partilhá-las no Facebook ou no Twitter.  O Pinterest permite ainda abrir a timeline a outros utilizadores. Por exemplo, uma empresa poderá desafiar os seus colaboradores a participar na construção do seu perfil.

5) Potencial para os negócios

6) Uma vez que vive das imagens, o Pinterest está a ser usado pelas marcas, por vezes até de forma quase imperceptível, para criar uma relação com os seguidores e divulgar os seus produtos. Esta rede social também tem-se demonstrado eficaz em gerar tráfego para outros sites. O seu design, parecido com uma montra onde o consumidor pode assinalar os itens que lhe interessam, funciona como um folheto promocional ou um ponto de partida para uma compra online. Sinal disso são os resultados do estudo da BizRate Insights que adiantam que para 70 por cento dos utilizadores do Pinterest, esta rede social constitui uma inspiração para fazer compras. No Facebook apenas 17% das pessoas têm essa opinião.

 

A DigitalWorks tem vindo a integrar o Pinterest como parte dos social connectors nos projectos em que é pertinente. Faz parte do nosso esforço  a investigação e a procura permanente de novas ferramentas que aumentem o engagement entre as marcas e os seus business friends. O Pinterest é já uma delas.

Links úteis:

http://pewinternet.org/Reports/2013/Social-media-users/The-State-of-Social-Media-Users/Overview.aspx

http://bizrateinsights.com/blog/2012/10/15/online-consumer-pulse-pinterest-vs-facebook-which-social-sharing-site-wins-at-shopping-engagement/

 

Autor:
 Carlos Rodrigues | COO crodrigues@digitalworks.pt


Usabilidade: O que é e para que serve

As últimas grandes alterações no Facebook, que introduziram a timeline, geraram algum desconforto junto dos seguidores. A empresa argumentou que a nova disposição tinha por objectivo  aumentar a usabilidade, isto é, a facilidade em encontrar por ordem cronológica a informação pretendida. Será que conseguiu satisfazer os utilizadores?

A usabilidade pretende simplificar. Se o modo de usar ou interagir não é claro, o problema pode não estar no design, mas sim na usabilidade. Quem nunca se sentiu confundido com os menus de um telemóvel ou os comandos de um carro ou de um televisor?

O conceito começou a ser usado associado às melhorias introduzidas na interacção homem-máquina (automóveis, ferramentas, cadeiras, etc). Entretanto, foi transposto para outros sectores incluindo, claro, o digital. No nosso sector, Jacob Nielsen, que é considerado um guru desta área, avalia a usabilidade na web pelos seguintes princípios:

1) Aprendizagem: Até que ponto é fácil desempenhar funções simples ao primeiro contacto?

2) Eficiência: Depois de os utilizadores perceberem como funciona, com que rapidez  conseguem desempenhar tarefas?

3) Memorização: Após estarem algum tempo sem usar, os utilizadores conseguem voltar a ser produtivos?

4) Erros: Quantos erros cometem os utilizadores? Qual o grau de gravidade e com que facilidade os ultrapassam?

5) Satisfação: Até que ponto o design é agradável?

 

A partir da nossa experiência em projectos web,  acrescento mais cinco indicações que devemos ter em conta na fase de desenvolvimento:

1) Posição dos elementos: A maioria das pessoas lê da esquerda para a direita e de cima para baixo, pelo que os elementos mais importantes devem estar num local de fácil visualização;

2) Navegação: Quanto mais simples e de fácil intuição melhor;

3) Conteúdos: Devem ser concretos e relevantes;

4) Fontes: Recomenda-se as fontes de sistema por serem compatíveis com todos os browsers;

5) Cores: As mais vivas devem ser usadas para chamar a atenção, mas com a preocupação em não abusar.

 

Após definirmos estes princípios, estaremos no bom caminho para construir um site “usável”. É que, como demonstrou numa TED Talk Don Norman, partner de Jacob Nielsen na consultora Nielsen Norman Group, a usabilidade e o bom design são sinónimos de felicidade. Daí que seja importante saber como se consegue medir o grau de usabilidade de um projecto web. Pela pertinência que tem para os utilizadores dos nossos projectos, voltaremos a este tema num próximo artigo.

 

Links utéis:

http://www.nngroup.com/people/jakob-nielsen/

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=RlQEoJaLQRA

 

Paula Estevens | Digital Producer 
pestevens@digitalworks.pt

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Parallax: Um conceito aplicado ao webdesign


O conceito popularizou-se graças à astronomia e está agora a ser aplicado ao webdesign. Há até quem o aponte como uma das tendências que vão marcar a nossa área nos próximos anos. Refiro-me ao parallax que, em termos simples, pode ser definido como a aparente mudança da posição de um objecto devido ao movimento do observador.

Mas o que é que isto tem a ver com webdesign? Basicamente, consiste em construir um site de uma forma vertical, isto é, percorre-se a página como se se estivesse a contar uma história ou a fazer um percurso. Existem vários exemplos de sites que aplicam esta técnica também designada por parallax scrolling. A sua utilização deverá ser bem analisada para não cairmos no erro de criar uma página com muitos elementos animados, já que podem representar uma experiência confusa para o utilizador.

O parallax scrolling está a ser usado em sites muito diversos. A rádio belga Q Music e a Coca-Cola Zero criaram um concurso cujo prémio era uma viagem até aos destroços do Titanic. O site é, por isso, o percurso até ao fundo do mar. A cadeia de hotéis NH desenvolveu um site exclusivo para as promoções de Inverno, em que na vertical vão surgindo os vários destinos. Há também exemplos de projectos para um target mais exigente em termos de experiência web, como a Lois Jeans que conta os 50 anos da marca, o site de responsabilidade social Nike Better World ou o da campanha Stop Never da Asics. Já o DrugTreatment.com, que explica os vários passos de desintoxicação de drogas, opta por apresentar as várias etapas na horizontal. Aqui o utilizador tem de colocar o cursor do lado direito do site para conhecer o momento que se segue.

Encontra aqui e aqui mais algumas dezenas de exemplos de marcas optaram por aplicar o parallax scrolling nos seus projectos web. Na DigitalWorks estamos constantemente à procura de novas tendências para apresentar propostas criativas surpreendentes e relevantes para os nossos parceiros.

 

Autora: Ana Prata | Project Manager 
aprata@digitalworks.pt

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Tecnologia: Qual a escolha certa?

O desenvolvimento de um site implica várias decisões, incluindo as opções tecnológicas. Que servidores se deve usar? Apache, IIS ou NodeJS? Qual a linguagem de programação apropriada? Java, C#, PHP ou Ruby? Dentro de cada linguagem qual o framework a eleger? Joomla, Drupal, Umbraco ou Struts? Estas escolhas funcionam em cascata. Um determinado servidor implica o uso de um grupo de linguagens de programação. Depois, cada linguagem tem frameworks associados e assim sucessivamente.

Quando se inicia um projecto, existe a tentação de responder logo a estas questões mais técnicas porque permitem meter a “mão na massa”. Temos a sensação de que as coisas já estão a mexer-se. As consequências, no entanto, costumam ser desagradáveis. Não é uma boa prática começar pela selecção das ferramentas antes de se saber exactamente o que se vai fazer. Quando arrancamos com um projecto existem várias aspectos que importam esclarecer: objectivos do site no imediato, a evolução a médio prazo e o alojamento.

As respostas que vamos obter influenciam as escolhas tecnológicas. Se pretendemos um site institucional, em que os conteúdos vão aumentando mas a estrutura base mantém-se, é mais indicado o uso de um CMS (Content Management Systems). E aqui podemos optar pelo Joomla, Umbraco ou WordPress. Mas se, por exemplo, a médio prazo desejarmos incluir um gestor de candidaturas de emprego? É claro que conseguimos criar módulos de Joomla para esse fim, mas pode não ser prático introduzir novas funcionalidades após terem sido tomadas certas opções de programação.

Fazer esta análise constitui parte do nosso ADN. Gostamos de olhar para um problema e ver qual a melhor ferramenta para o resolver. Uma avaliação correcta (e por vezes constante) do desafio em causa permite que um site cresça de forma orgânica e sem problemas de maior. Por isso, na DigitalWorks encaramos os nossos clientes como parceiros, cujos problemas partilhamos e queremos ajudar a resolver.

 

Autor:
 Wilson Edgar | CTO wedgar@digitalworks.pt

 

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E-mail: Uma ferramenta poderosa ou aborrecida?

Os estudos indicam que angariar novos clientes pode ser até cinco vezes mais caro que manter os actuais. Apesar de a fidelização ter custos, certo é que um cliente fidelizado tem mais potencial de se tornar num verdadeiro representante da marca.

Uma ferramenta poderosa de contacto com os consumidores é o e-mailing. A sua correcta utilização vai ditar se conseguimos obter um bom resultado ou, pelo contrário, se a mensagem vai parar ao lixo. Quando decidimos avançar com uma acção de e-mailing, temos de definir uma mensagem relevante para o target e usar um bom design, a pensar também nos dispositivos mobile e tablet, que seja de fácil leitura, apelativo e original. Depois, há um conjunto de regras de boas práticas que devemos ter em conta para obter um bom desempenho:

⁃  Personalizar o e-mail. A introdução no subject do nome do destinatário torna cada e-mail único e, como tal, com menos potencial de ser considerado spam;

⁃  Ter um subject apelativo e que desperte a curiosidade. É que as primeiras impressões são as mais importantes;

⁃  Programar o envio do e-mail para uma hora adequada. O período ideal é entre as 8 e as 10 da manhã ou logo a seguir ao almoço até às 15h. Fora destes horários a taxa de abertura da mensagem cai drasticamente;

⁃  Incluir links de partilha para as principais redes sociais;

⁃  Em vez de se colocar apenas imagens, usar texto em HTLM e em fonte de sistema porque aumenta a possibilidade de chegarmos ao consumidor;

⁃  Utilizar uma ferramenta adequada ao envio massivo, como por exemplo, a plataforma MailChimp;

⁃  Colocar o contacto da empresa remetente, juntamente com a informação legal (disclaimer), onde o utilizador poderá cancelar a inscrição na newsletter;

⁃  Utilizar uma base de dados fidedigna e validá-la de forma recorrente.

Depois de cumprir todas estas regras só nos resta efectuar a monitorização, medir o sucesso e retirar  conclusões a partir dos dados para optimizar os envios seguintes. A Digitalworks cá estará para ajudá-lo a conseguir bons resultados.

Links úteis:

Paula Estevens | Digital Producer 
pestevens@digitalworks.pt

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Investimento: Publicidade digital continua a crescer

O eMarketer publicou uma análise ao investimento mundial em publicidade digital (digital ad spending) com previsões até 2016. Os números apresentados impressionam por duas razões: pelo volume e pelo crescimento contínuo do nosso mercado.

No ano passado, o investimento mundial em publicidade digital ultrapassou a barreira dos 100 mil milhões de dólares (cerca de 75 mil milhões de euros). Este valor reflecte a tendência dos últimos anos. Em 2010 o investimento rondava os 72 mil milhões de dólares, em 2011 cresceu 20,6% e em 2012 outros 17,8%, colocando o bolo digital nos 102.800 milhões. A partir de agora irá assistir-se a um ligeiro abrandamento, mesmo assim, tratam-se de perspectivas sem paralelo com qualquer outro meio. Este ano espera-se que o digital suba 15,1%, mas em 2016 não conseguirá atingir os dois dígitos (9,3%). Este comportamento deve-se, de acordo com o eMarketeer, à maturidade do mercado. É que quanto maior for o segmento digital mais difícil será crescer.

Em termos de quota face aos restantes meios, todos os anos o digital conquista terreno. Em 2010, a fatia digital representava 15,2% de todo o investimento. Dentro de três anos deverá atingir os 25,9%, isto é, mais de um quarto do mercado. O digital também ganhou uma complexidade muito superior em relação ao que no passado era descrito como online. O digital é agora sinónimo de web, televisão, outdoor, mobile, tablets e até phablets (um device entre cinco e sete polegadas que combina as características de um smartphone e de um tablet).

Hoje, quando pensamos em digital devemos considerar todos os ambientes e formatos disponíveis de forma a contactar o consumidor onde ele está. A DigitalWorks oferece um conjunto de soluções e serviços especialmente orientados para o mercado da publicidade digital, graças a uma equipa altamente especializada no desenvolvimento, produção e implementação de soluções em todas as áreas da comunicação digital. Contamos com a sua confiança.

Autor:
 Carlos Rodrigues | COO crodrigues@digitalworks.pt

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Um mapa para compreender o 360º digital

 

Há anos que oiço alguns profissionais do sector da comunicação apresentarem uma certa resistência quanto ao uso das ferramentas digitais. Por isso, optam por não desenvolver campanhas verdadeiramente integradas que poderiam trazer-lhes melhores resultados e perdem oportunidades de negócio.

Os receios e as dúvidas são frequentes. Apesar de existir um discurso que pretende simplificar o que é o meio digital, convém relembrar que ele assenta na tecnologia, que é algo complexo. Quem souber compreender a tecnologia, com toda a certeza conseguirá criar, comunicar e gerir melhor as suas marcas no ambiente em que vivemos, que é cada vez mais digital.

Com o intuito de ajudar os clientes da DigitalWorks, acompanho este artigo com um mapa “simples” onde é possível localizar as várias áreas e ramificações do meio digital.  Aqui se percebe que a tecnologia não veio apenas complicar a tomada de decisões, mas também multiplicar as opções para chegar ao nosso target. Repare nestes três exemplos:

⁃  No mobile existem quatro grandes sistemas (Apple, Android, Blackberry e Microsoft). Uma marca que pretenda criar uma app para a grande maioria dos utilizadores, terá que desenvolver quatro versões;

⁃  Um novo projecto online deve ser compatível com, pelo menos, quatro browsers. Cada browser tem em média 15 versões;

⁃  A implementação do projecto pode ser pensada para PC, telemóvel, televisão, mupis ou até projecções. Estas escolhas têm depois influência na programação.

A DigitalWorks está ao lado dos clientes para ajudá-los a escolher o melhor caminho que a tecnologia coloca à disposição. Queremos apoiar a concretização das ideias e dos projectos para as suas marcas e empresas. Assim, a DigitalWorks fica com a parte “complicada”, permitindo que os nossos clientes se foquem no seu negócio.

Faça o download do Digital Map 360º

Autor: Ricardo Teixeira | CEO rteixeira@digitalworks.pt

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